113 páginas - a partir de R$ 6,99
Quantas vezes você teve a chance de ler o avesso de uma história enquanto ela ainda estava sendo escrita?
O Último Livro de Papel não é apenas a sequência de The W.A.Y. Protocol; é o seu reflexo simultâneo.
Este é um movimento raro em que duas obras são criadas em paralelo e ao mesmo tempo. Uma fornecendo o desafio e a outra apresentado a solução.
Instale o Kindle App de graça
Leitura imediata no Brasil
R$ 6,99 na amazon.com.brQuando recebi das mãos de Henry Joseph Stein, neto do fundador da editora e publicadora Adventure Post Ltd., Joseph Henry Stein, a qual tenho a honra de integrar como seu Editor-Chefe, no dia 9 de Abril de 2065, o envelope de papel kraft, grosso, resistente e antigo e, dentro dele, um monte de folhas de papel sulfite tamanho “Letter size” amareladas pelo tempo, com o texto escrito, por óbvio, em uma antiga máquina de escrever cuja marca não sei precisar, imaginei tratar-se de algo dos primórdios do século XX.
Meu julgamento inicial era de que se tratava de alguma obra resgatada cujas possibilidades atuais, com a liberação da publicação e venda de livros em papel em boa parte do mundo livre, especialmente nos países que compõem o bloco HW (The Human World), e que eu deveria, como havia feito com inúmeras obras religiosas, especialidade da Adventure Post, dar andamento ao processo de publicação.
Mas Henry adicionou um comentário ao me passar o pacote: “peso de ouro”, disse ele. Perguntei a ele se conhecia o conteúdo e ele respondeu que conhecia a história porque seu avô havia, quando ele nem sabia ler, lido para ele e assim revelado a fantástica história de THE W.A.Y. Protocol.
Mal terminei a leitura e fiquei chocado, fascinado e apaixonado pela trama verdadeira desse caso, entre muitos talvez nunca publicados, de dominação velada relatada na história.
Henry adicionou detalhes, em um comentário de quarenta e cinco minutos, de como o manuscrito havia chegado, primeiro às mãos do avô Zaydeh (pronuncia-se “Zei-dê”) e depois a ele.
Fiquei paralisado ouvindo seu relato. Ele revelava inúmeras coisas que eu não fazia a menor ideia de que poderiam, em qualquer época, acontecer.
Indaguei se ele me autorizaria a escrever um livro contando, por assim dizer, a história do livro. Ele disse, primeiro, que pensaria no caso, mas, em seguida, com um sorriso de aprovação disse: “Você leu meus pensamentos. Se eu possuísse, minimamente, seus pendores literários, é o que eu faria. Vá em frente e bom trabalho”.
Assim nasceu “O Último Livro de Papel”, que espero, chegue às suas mãos junto com “THE W.A.Y. PROTOCOL” para que você os leia simultaneamente.
James Alexander Smith.